Camille Flammarion
Discurso pronunciado sobre o túmulo de Allan Kardec
http://www.espirito.org.br/portal/cod..
Discurso pronunciado sobre o túmulo de Allan Kardec
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(...) gostaria de poder representar, ao pensamento daqueles que me
ouvem, e àqueles milhões de homens que no novo mundo estão ocupados com o
problema ainda misterioso dos fenômenos denominados espíritas; -- eu
gostaria, disse eu, de poder representar-lhes o interesse científico e o
futuro filosófico do estudo desses fenômenos (ao qual se entregaram,
como ninguém ignora, homens eminentes entre os nossos contemporâneos).
Gostaria de lhes fazer entrever quais horizontes desconhecidos ao
pensamento humano verá se abrir diante deles, à medida que estenda o seu
conhecimento positivo das forças naturais em ação ao nosso redor;
mostrar-lhes que tais constatações são o antídoto mais eficaz da lepra
do ateísmo, que parece atacar particularmente a nossa época de
transição; e testemunhar, enfim, publicamente, aqui, do eminente serviço
que o autor de O Livro dos Espíritos prestou à filosofia, chamando a
atenção e a discussão sobre fatos que, até então, pertenciam ao domínio
mórbido e funesto das superstições religiosas. (texto completo
disponível no endereço acima).
Saiba mais sobre Allan Kardec
http://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_ka...
Saiba mais sobre a Doutrina Espírita
http://pt.wikipedia.org/wiki/Doutrina...
Obras básicas do Espiritismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Codifica...
Obras básicas em vídeo -- um breve resumo
http://www.youtube.com/watch?v=Y1Eclb...
Saiba mais sobre Chico Xavier
http://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_xa...
Portal do Espírito
Pedra Tumular do Sr. Allan Kardec
http://www.espirito.org.br/portal/dou...
Jornal Universo Espírita - Edição 33
O Cemitério do Père-Lachaise, o mais importante de Paris, é uma das
necrópoles mais visitadas em todo o mundo, e isto desde a sua
inauguração, em 1804. Ainda hoje atrai a admiração dos turistas que vão à
Cidade Luz. O dólmen de Kardec tornou-se ponto obrigatório dos
visitantes do Père-Lachaise, sejam eles espíritas ou não. A imprensa de
várias nações tem salientado essa curiosa preferência, explicando-a quer
pela forma original do sepulcro, quer pela divulgação sempre crescente
do nome Allan Kardec, ou ainda pela profusão de flores depositadas junto
ao dólmen, demonstrando assim, conforme o pensamento de Samuel Smiles
que "os homens verdadeiramente grandes e bons nunca morrem, nem mesmo
neste mundo".
A desencarnação de Allan Kardec ocorreu no dia 31 de março de 1869, pela manhã, subitamente, pela ruptura de um aneurisma. Foi enterrado no dia 2 de abril de 1869, no Cemitério Montmartre, o mais antigo de Paris. (...)
O homem era a simplicidade encarnada; se a doutrina é, ela própria, simples como tudo quanto é verdadeiro, é tão indestrutível quanto as leis eternas sobre as quais repousa. (...)
Esta proposição, acolhida por sinais unânimes de assentimento dos membros da Sociedade de Paris, nos pareceu que devia ser levada ao conhecimento dos nossos leitores. Não sendo o monumento apenas a representação dos sentimentos da Sociedade de Paris, mas dos espíritas em geral, cada um devia ser posto em condições de apreciá-lo e para ele concorrer." (Revista Espírita 1869, páginas 173 e 174, Editora Edicel.)
Projetada a construção do dólmen, Madame Allan Kardec confiou a uma comissão a direção dos trabalhos. Escolheu-se um terreno no Cemitério Père-Lachaise. Em 29 de março de 1870 procedeu-se a exumação dos despojos mortais de Allan Kardec e a sua transferência do Cemitério Montmartre para o Cemitério Père-Lachaise.
No dia 31 de março de 1870 os espíritas inauguravam o monumento dolmênico levantado em memória de Allan Kardec, com a presença de grande número de espíritas de Paris.
O dólmen de Kardec, simples e severo em suas linhas, é constituído de três moles de granito em posição vertical, sobre as quais repousa uma quarta pedra tabular. No centro se eleva um pedestal, no topo do qual está colocada a herma, em bronze, de Allan Kardec, quase em tamanho natural. Na face direita do referido pedestal lêem-se as seguintes inscrições: "Fundador da Filosofia Espírita" - "Todo efeito tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. A potência da causa inteligente está na razão da grandeza do efeito" - "3 de outubro de 1804 / 31 de março de 1869".
No bordo frontal da pedra acha-se gravado o apotegma que resume a Doutrina Espírita, de justiça e progresso: "Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sem cessar, tal é a le
A desencarnação de Allan Kardec ocorreu no dia 31 de março de 1869, pela manhã, subitamente, pela ruptura de um aneurisma. Foi enterrado no dia 2 de abril de 1869, no Cemitério Montmartre, o mais antigo de Paris. (...)
O homem era a simplicidade encarnada; se a doutrina é, ela própria, simples como tudo quanto é verdadeiro, é tão indestrutível quanto as leis eternas sobre as quais repousa. (...)
Esta proposição, acolhida por sinais unânimes de assentimento dos membros da Sociedade de Paris, nos pareceu que devia ser levada ao conhecimento dos nossos leitores. Não sendo o monumento apenas a representação dos sentimentos da Sociedade de Paris, mas dos espíritas em geral, cada um devia ser posto em condições de apreciá-lo e para ele concorrer." (Revista Espírita 1869, páginas 173 e 174, Editora Edicel.)
Projetada a construção do dólmen, Madame Allan Kardec confiou a uma comissão a direção dos trabalhos. Escolheu-se um terreno no Cemitério Père-Lachaise. Em 29 de março de 1870 procedeu-se a exumação dos despojos mortais de Allan Kardec e a sua transferência do Cemitério Montmartre para o Cemitério Père-Lachaise.
No dia 31 de março de 1870 os espíritas inauguravam o monumento dolmênico levantado em memória de Allan Kardec, com a presença de grande número de espíritas de Paris.
O dólmen de Kardec, simples e severo em suas linhas, é constituído de três moles de granito em posição vertical, sobre as quais repousa uma quarta pedra tabular. No centro se eleva um pedestal, no topo do qual está colocada a herma, em bronze, de Allan Kardec, quase em tamanho natural. Na face direita do referido pedestal lêem-se as seguintes inscrições: "Fundador da Filosofia Espírita" - "Todo efeito tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. A potência da causa inteligente está na razão da grandeza do efeito" - "3 de outubro de 1804 / 31 de março de 1869".
No bordo frontal da pedra acha-se gravado o apotegma que resume a Doutrina Espírita, de justiça e progresso: "Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sem cessar, tal é a le
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