sexta-feira, 9 de agosto de 2013

ESPIRITISMO - TUMULO DE ALLAN KARDEC







 Camille Flammarion
Discurso pronunciado sobre o túmulo de Allan Kardec
http://www.espirito.org.br/portal/cod..



(...) gostaria de poder representar, ao pensamento daqueles que me ouvem, e àqueles milhões de homens que no novo mundo estão ocupados com o problema ainda misterioso dos fenômenos denominados espíritas; -- eu gostaria, disse eu, de poder representar-lhes o interesse científico e o futuro filosófico do estudo desses fenômenos (ao qual se entregaram, como ninguém ignora, homens eminentes entre os nossos contemporâneos). Gostaria de lhes fazer entrever quais horizontes desconhecidos ao pensamento humano verá se abrir diante deles, à medida que estenda o seu conhecimento positivo das forças naturais em ação ao nosso redor; mostrar-lhes que tais constatações são o antídoto mais eficaz da lepra do ateísmo, que parece atacar particularmente a nossa época de transição; e testemunhar, enfim, publicamente, aqui, do eminente serviço que o autor de O Livro dos Espíritos prestou à filosofia, chamando a atenção e a discussão sobre fatos que, até então, pertenciam ao domínio mórbido e funesto das superstições religiosas. (texto completo disponível no endereço acima).


Saiba mais sobre Allan Kardec
http://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_ka...

Saiba mais sobre a Doutrina Espírita
http://pt.wikipedia.org/wiki/Doutrina...

Obras básicas do Espiritismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Codifica...

Obras básicas em vídeo -- um breve resumo
http://www.youtube.com/watch?v=Y1Eclb...

Saiba mais sobre Chico Xavier
http://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_xa...


Portal do Espírito
Pedra Tumular do Sr. Allan Kardec
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Jornal Universo Espírita - Edição 33

O Cemitério do Père-Lachaise, o mais importante de Paris, é uma das necrópoles mais visitadas em todo o mundo, e isto desde a sua inauguração, em 1804. Ainda hoje atrai a admiração dos turistas que vão à Cidade Luz. O dólmen de Kardec tornou-se ponto obrigatório dos visitantes do Père-Lachaise, sejam eles espíritas ou não. A imprensa de várias nações tem salientado essa curiosa preferência, explicando-a quer pela forma original do sepulcro, quer pela divulgação sempre crescente do nome Allan Kardec, ou ainda pela profusão de flores depositadas junto ao dólmen, demonstrando assim, conforme o pensamento de Samuel Smiles que "os homens verdadeiramente grandes e bons nunca morrem, nem mesmo neste mundo".

A desencarnação de Allan Kardec ocorreu no dia 31 de março de 1869, pela manhã, subitamente, pela ruptura de um aneurisma. Foi enterrado no dia 2 de abril de 1869, no Cemitério Montmartre, o mais antigo de Paris. (...)

O homem era a simplicidade encarnada; se a doutrina é, ela própria, simples como tudo quanto é verdadeiro, é tão indestrutível quanto as leis eternas sobre as quais repousa. (...)

Esta proposição, acolhida por sinais unânimes de assentimento dos membros da Sociedade de Paris, nos pareceu que devia ser levada ao conhecimento dos nossos leitores. Não sendo o monumento apenas a representação dos sentimentos da Sociedade de Paris, mas dos espíritas em geral, cada um devia ser posto em condições de apreciá-lo e para ele concorrer." (Revista Espírita 1869, páginas 173 e 174, Editora Edicel.)

Projetada a construção do dólmen, Madame Allan Kardec confiou a uma comissão a direção dos trabalhos. Escolheu-se um terreno no Cemitério Père-Lachaise. Em 29 de março de 1870 procedeu-se a exumação dos despojos mortais de Allan Kardec e a sua transferência do Cemitério Montmartre para o Cemitério Père-Lachaise.

No dia 31 de março de 1870 os espíritas inauguravam o monumento dolmênico levantado em memória de Allan Kardec, com a presença de grande número de espíritas de Paris.

O dólmen de Kardec, simples e severo em suas linhas, é constituído de três moles de granito em posição vertical, sobre as quais repousa uma quarta pedra tabular. No centro se eleva um pedestal, no topo do qual está colocada a herma, em bronze, de Allan Kardec, quase em tamanho natural. Na face direita do referido pedestal lêem-se as seguintes inscrições: "Fundador da Filosofia Espírita" - "Todo efeito tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. A potência da causa inteligente está na razão da grandeza do efeito" - "3 de outubro de 1804 / 31 de março de 1869".

No bordo frontal da pedra acha-se gravado o apotegma que resume a Doutrina Espírita, de justiça e progresso: "Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sem cessar, tal é a le

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